Na noite domingo dia 04 de setembro, logo após a Santa Missa, houve mais um encontro do Grupo de Casais Unidos em Cristo. O encontro foi organizado pelos casais: Alécio e Berenice, João e Neta, Sebastião e Valdilene, Milton e Rejane, que falaram sobre o sacramento do matrimônio. Todos deram sua contribuição na explanação do tema, e não faltou romantismo, o encontro foi finalizado com a canção de Roberto Carlos, cantada por Seu Sebastião que surpreendeu a todos com seu talento.
8 de setembro de 2011
Preparando Assembleia Diocesana de Pastoral
No domingo dia 04 de setembro, houve a reunião do Conselho Pastoral da Paróquia de Sertãozinho, com o objetivo de apresentar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2011-2015), em vista da Assembleia Diocesana de Pastoral, que se realizará em Santa Fé no mês de novembro.
No próximo sábado, dia 10 de setembro, o CPP deverá se reunir mais uma vez para elaboração de um relatório que deverá ser entregue a coordenação diocesana de pastoral.
Formação do Dízimo em Guarabira
No sábado dia 27 de agosto (2011), Pe. Demétrio assessorou mais uma formação sobre o Dízimo. Desta vez em Guarabira na Paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, bairro do Nordeste, que tem como Administrador Paroquial o Pe. Gaspar Rafael.
Esclarecendo dúvidas com relação a prática do Dízimo
1. Ganho pouco, vivo em sacrifício, tenho que ser dizimista?
Sim. A palavra de ordem é a generosidade. Devemos recordar a passagem bíblica da viúva pobre (Lc 21,1-4), que devolveu tudo o que tinha. O que conta mesmo é a disponibilidade em fazer a nossa parte. Ganhado pouco ou muito, devemos nos sentir responsáveis pela evangelização. Além do mais, não podemos esquecer a promessa que nos foi feita em Eclesiástico 35,9-10: “Ofereça ao Altíssimo conforme o dom que ele fez a você: dê com generosidade, segundo suas possibilidades. Porque o Senhor retribui a oferta e ele, em troca, lhe dará sete vezes mais”.
2. Tenho que dar o Dízimo de um ganho extra?
Sim. Pois tudo o que temos vem de Deus, pertence a Deus. Um exemplo é o 13º salário, bem como, outros eventuais ganhos. Tudo é um dom de Deus, por isso com alegria devemos devolver o dízimo em sinal de reconhecimento, gratidão. Em Provérbios 3,9-10 somos convidados a honrar o nosso Deus com nossas riquezas: “Honre a Javé com as suas riquezas e com os primeiros frutos de todas as suas colheitas. Desse modo, seus celeiros estarão cheiros de trigo, e seus tonéis transbordarão de vinho novo.”
3. Todos na casa devem ser dizimistas?
Sim. O Dízimo é pessoal e intransferível. Todos já receberam muitas bênçãos de Deus, portanto, todos têm motivos para agradecer. É minha gratidão a Deus que me leva a devolver o dízimo: “Não foram dez os curados? Onde estão os outros nove? (...) só um voltou para dar glória a Deus?” (Lc 17,11-19).
4. O dizimista tem que pagar as taxas na Igreja?
Sim. Nos lugares onde todas as pessoas já se tornaram dizimistas, as taxas poderão ser dispensadas. Porém, enquanto isto não acontecer as pessoas devem continuar ajudando a Igreja a se manter com as taxas.
5. Não quero ser dizimista, não preciso da Igreja!
Com esta pessoa precisamos ser pacientes, está com o coração endurecido e precisa mesmo é de muita oração.
6. Presto serviços na Igreja, dou esmola, ajudo os pobres, coloco minha oferta na missa, tenho ainda quer ser dizimista?
Sim. Antes de qualquer coisa precisamos entender que dízimo não é o mesmo que uma esmola ou oferta. Dízimo é décima parte de tudo que recebemos, e que devolvemos como gesto de louvor e agradecimento a Deus.
As esmolas que damos aos pobres e as ofertas que entregamos a Igreja durante o ofertório na Missa devem ser retiradas da parte que fica conosco, ou seja, dos 90%.
É preciso também aprender a devolver o dízimo do nosso tempo, de nossas habilidades e talentos. Sendo assim, podemos além de devolver as primícias de nossos rendimentos, prestar um serviço voluntário a nossa Igreja, nos sentindo responsáveis pela evangelização.
27 de agosto de 2011
MEJ comemorou seu 1º aniversário com participação especial de Cuitegi
Dia 21 de agosto de 2011, o Movimento Eucarístico Jovem (MEJ) festejou o seu primeiro ano de vida. Os jovens do MEJ de Cuitegi foram os convidados especiais. No dia 21 de agosto de 2010, nascia o MEJ. O primeiro encontro foi realizado no Salão de Reunião Papa João XXIII e contou com a participação de 18 pré-adolescentes, boa parte deles ex-coroinhas.
1º Encontro do MEJ (21/08/2010)
História do MEJ. Em 1865 o Pe. Leonardo Cros, diretor espiritual do colégio Tivoli em Bordéus (França) pensou em aproveitar o entusiasmo dos alunos que queriam ir à luta para defender a causa do Papa, ameaçada pelas tropas de Garibaldi (tentavam apossar-se dos Estados Pontifícios); e formou um grupo chamado “Milícia do Papa”. As armas que o padre lhes deu foram as do Apostolado da Oração fundado em 1844 pelo Pe. Francisco Xavier Gautrelet: oração, estudo e o oferecimento das suas obras e da sua vida.
Mais tarde, em 1870, o Pe. Henrique Ramière, sucessor do Pe. Gautrelet, pediu ao Papa Pio IX a bênção para esta Milícia, que contava já com 100.000 membros no mundo todo, e que promovia eficientemente a comunhão freqüente de crianças, jovens e adultos; de alunos, professores e pais.
Mas é só em 1914, no Congresso Eucarístico de Lourdes, que surgiu a idéia da Cruzada Eucarística Internacional. Em 1915, no Colégio Tivoli, já citado, dos jesuítas de Bordéus, nasce a primeira Cruzada Eucarística para rapazes.
O Movimento Eucarístico Jovem só passou a ter esta denominação, iniciada na França, a partir de 1962 e em 1980 a Edições Loyola publica a primeira edição do Manual do MEJ, que substituirá as “Normas para a Cruzada Eucarística”.
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