Mesmo estando de férias das Atividades da Paróquia , Padre Demétrio está em sua Primeira Missão do Dízimo de 2014 em Parnamirim-Pernanbuco.27 de janeiro de 2014
"Padre Demétrio em sua Primeira Missão do Dízimo de 2014"
Mesmo estando de férias das Atividades da Paróquia , Padre Demétrio está em sua Primeira Missão do Dízimo de 2014 em Parnamirim-Pernanbuco.Na manhã deste Domingo dia 26 de Janeiro de 2014 aconteceu a Celebração da Santa Missa na Igreja Matriz de Sertãozinho , na qual foi Celebrada pelo Vigário Geral da Diocese de Guarabira , Monsenhor José André que durante todo o mês de Janeiro estava celebrando aos Domingos conosco , pois o nosso Pároco Padre Demétrio se encontrava de férias.
Nossos Sinceros agradecimentos ao Monsenhor André que disponibilizou o seu tempo para estar todos os Domingos Conosco ,que Deus lhe abençoe.
Papa autorizou decreto referente à serva de Deus Serafina, religiosa que viveu no século XX.
Mais uma brasileira teve suas virtudes
heroicas reconhecidas pelo Vaticano: Serva de Deus Serafina. Em
audiência com o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, Cardeal
Angelo Amato, nesta segunda-feira, 27, Papa Francisco autorizou a
promulgação de alguns decretos, dentre eles, o referente à religiosa.
A Serva de Deus Serafina, na época Noemy
Cinque, era irmã professa da Congregação das Irmãs Adoradoras do Sangue
de Cristo. Nascida em Urucurituba (AM), em 31 de janeiro de 1913, ela
morreu, em Manaus (AM), em 21 de outubro de 1988.
Também foram autorizados os seguintes decretos:
- o martírio do Servo de Deus Pietro Asúa
Mendía, sacerdote diocesano; nascido em Valmaseda (Vizcaya, Espanha),
em 30 de agosto de 1890; e morto por motivo de ódio à fé, em Liendo
(Santander, Espanha) em 29 de agosto de 1936;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus
Giuseppe Girelli, sacerdote diocesano; nascido em Dossobuono (Verona,
Itália), em 10 de janeiro de 1886; e morto em Negrar (Verona, Itália) em
1º de maio de 1978;
- as virtudes heroicas do Servo de Deus
Zaccaria de Santa Teresa (na época: Zaccaria Salteráin Vizcarra),
sacerdote professo da Ordem dos Carmelitas Descalços; nascido em
Abadiano (Vizcaya, Espanha), em 5 de novembro de 1887; e morto em
Vellore (Tamil Nadu, Índia), em 23 de maio de 1957;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus
Marcella Mallet, fundadora das Irmãs da Caridade de Quebec; nascida em
Côte des-Neiges (Montréal, Canadá), em 26 de março de 1805; e morta, em
Quebec (Canadá), em 9 de abril de 1871;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus
Maria Benedita Arias, fundadora das Irmãs Servas de Jesus no Sacramento;
nascida em La Carlota de Rio Quarto (Córdova, Argentina), em 3 de abril
de 1822; e morta, em Buenos Aires (Argentina), em 25 de setembro de
1894;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus
Margherita do Sagrado Coração de Jesus (na época: Virginia De Brincat),
fundadora das Irmãs Franciscanas do Coração de Jesus; nascida em Kercem,
na Ilha de Gozo (Malta), em 28 de novembro de 1862; e morta em Vitória,
na Ilha de Gozo (Malta), em 22 de janeiro de 1952;
- as virtudes heroicas da Serva de Deus
Elisabetta Sanna, viúva leiga, terceira professa da Ordem dos Mínimos de
São Francisco, da Sociedade da União do Apostolado Católico (Palotinos)
fundado por São Vicente Pallotti; nascida, em Codrongianos (Sassari,
Italia), em 23 de abril de 1788; e morta em Roma em 17 de fevereiro de
1857.
25 de janeiro de 2014
Comunicação ao serviço da cultura do encontro: mensagem do Papa Francisco para o 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais.
D.
Claudio Maria Celli, Presidente do Pontifício Conselho para as
Comunicações Sociais, apresentou, esta manhã, na Sala de Imprensa do
Vaticano, a Menagem do Papa Francisco para o 48º Dia Mundial das
Comunicações sociais, que será celebrada no próximo dia 1 de Junho de
2014. Tema: “Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do
encontro”.
Na mensagem, o Papa Francisco faz, antes de mais, uma análise fenomenológica profunda do mundo contemporâneo em que vivemos, chamando assim atenção para o facto que “hoje, afirma, vivermos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres”.
Neste sentido o Papa Francisco assinala um exemplo de um fenómeno bastante triste típico das grandes cidades dos países ricos: “Frequentemente, diz o Papa Francisco, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas”. Mas entretanto, “estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.
Em seguida, o Papa se pergunta sobre qual pode ser afinal o verdadeiro papel que os meios de comunicação sociais podem e devem desempenhar num mundo assim descrito e responde dizendo: “neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a sermos mais unidos”.
“Os muros que nos dividem, prossegue o Papa Francisco só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus”.
No entanto, para que tudo isso aconteça, é preciso enfrentar sériamente, alguns aspectos problemáticos no mundo da comunicação social hodierna: por exemplo, recorda o Papa Francisco, “a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O facto por exemplo, que o ambiente da comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído”.
Estes limites, recorda o Papa, “são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica”. Para portanto permitir o nosso crescimento em humanidade e na compreensão recíproca nessa era digital, devemos, por exemplo, assinala o Papa Francisco, “recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.
Eis então finalmente a grande questão de toda a mensagem do Papa: afinal, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? O Papa responde dizendo que estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».
Por conseguinte,quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não veem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mas media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.
Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais” concluiu o Papa.
Fonte: Rádio Vaticano.
Na mensagem, o Papa Francisco faz, antes de mais, uma análise fenomenológica profunda do mundo contemporâneo em que vivemos, chamando assim atenção para o facto que “hoje, afirma, vivermos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres”.
Neste sentido o Papa Francisco assinala um exemplo de um fenómeno bastante triste típico das grandes cidades dos países ricos: “Frequentemente, diz o Papa Francisco, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas”. Mas entretanto, “estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.
Em seguida, o Papa se pergunta sobre qual pode ser afinal o verdadeiro papel que os meios de comunicação sociais podem e devem desempenhar num mundo assim descrito e responde dizendo: “neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a sermos mais unidos”.
“Os muros que nos dividem, prossegue o Papa Francisco só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus”.
No entanto, para que tudo isso aconteça, é preciso enfrentar sériamente, alguns aspectos problemáticos no mundo da comunicação social hodierna: por exemplo, recorda o Papa Francisco, “a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O facto por exemplo, que o ambiente da comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído”.
Estes limites, recorda o Papa, “são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica”. Para portanto permitir o nosso crescimento em humanidade e na compreensão recíproca nessa era digital, devemos, por exemplo, assinala o Papa Francisco, “recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.
Eis então finalmente a grande questão de toda a mensagem do Papa: afinal, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? O Papa responde dizendo que estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».
Por conseguinte,quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não veem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mas media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.
Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais” concluiu o Papa.
Fonte: Rádio Vaticano.
"Francisco incentiva maior participação da mulher na Igreja"
O Papa Francisco recebeu, no final da
manhã deste sábado, 25, na Sala Clementina, cerca de 300 participantes
no Congresso Nacional do Centro Feminino Italiano. O evento, que
acontece em Roma, teve início nesta sexta-feira, 24 e segue até amanhã,
com o tema: “Aquele passo a mais: regenerar a vida, cultivar a
esperança”.
O objetivo desta Associação feminina é
trabalhar para a construção civil, social e cultural de uma democracia
unida e a convivência, baseada no respeito dos direitos humanos e da
dignidade da pessoa, segundo o espírito e os princípios cristãos.
Em seu discurso aos presentes, o Santo
Padre recordou os quase 70 anos de atividades do Centro feminino
Italiano, em prol da formação e da promoção humana, além do testemunho
sobre o papel da mulher na sociedade e na comunidade eclesial.
Ao citar o documento do Beato João Paulo II “Mulieris dignitatem”, sobre a dignidade e a vocação da mulher, o Papa disse:
“Eu também quero destacar a indispensável
contribuição da mulher na sociedade, de modo particular a sua
sensibilidade e intuição em relação ao próximo, ao fraco e indefeso.
Alegro-me ao ver o grande número de mulheres, que compartilha de algumas
responsabilidades pastorais, mediante o acompanhamento de pessoas,
famílias e grupos e a reflexão teológica”.
Neste sentido, o Bispo de Roma fez votos
de que “tais espaços possam se ampliar e contar com uma maior e incisiva
participação da presença feminina no seio da Igreja”. Estes espaços
novos e responsabilidades – recomendou – devem expandir-se, não apenas
na esfera eclesial, mas também na esfera pública, civil, profissional e
familiar.
“A presença da mulher, no âmbito
familiar, se revela ainda mais necessário na transmissão dos sólidos
princípios morais às gerações futuras, como também na transmissão da
própria fé. Isto só é possível com o discernimento e a reflexão sobre a
realidade da mulher na sociedade, que pressupõe uma oração assídua e
perseverante”, destacou Francisco.
Com efeito, segundo o Papa, é no diálogo
com Deus, iluminado pela sua Palavra e irrigado pela graça dos
Sacramentos, que a mulher cristã procura sempre responder ao chamado de
Deus, sustentado pela presença materna de Maria. “Que Ela possa indicar o
caminho para descobrir e aprofundar o significado e o papel da mulher
na sociedade, na Igreja e sua missão no mundo”, concluiu.
FONTE: Rádio Vaticano
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