16 de janeiro de 2012

Confraternização dos Lideres da Pastoral da Criança.

Ontem (15), a equipe da Pastoral da Criança organizou uma confraternização de início de Ano Novo, às 14h00min, na sede da Pastoral da Criança, Sertãozinho-PB. O momento festivo contou com a participação, de todos os Lideres da Pastoral da Zona Urbana e Zona Rural, que foram prestigiar a confraternização organizada pela Coordenadora Maria Lúcia e sua equipe que trabalharam e se dedicaram noite e dia.
 
A referida confraternização, teve início com a palavra da Coordenadora Lúcia, que diante de todos os lideres  “agradeceu pelo Serviço, que eles estão prestando na cidade de Sertãozinho e nos Sítios Município de nossa Cidade, e que a Pastoral da Criança é formada por todos aqueles que visitam as crianças e suas famílias. Na oportunidade a mesma, agradeceu ao Pároco Pe. Demétrio, que vem contribuindo sempre com a Pastoral, através das assistências e celebrações das Santas Missas, naquela aréa”.

Os lideres, após terem ouvidos aquelas palavras de carinho da coordenadora, organizaram a brincadeira do "amigo secreto"- esta brincadeira está virando tradição, porque em todos os momentos de confraternizações ela está incluída no meio - foi um momento inesquecível e divertido na hora da revelação de seus amigos secretos. Para que aquele momento se tornasse ainda mais inesquecível, Lúcia proporcionou para os seus companheiros de jornada um lanche especial, em forma de gratidão a eles.


Fotos do Encontro:





























O Tempo Comum.

A vida não é feita só de comemorações especiais. No cômputo dos anos, o extraordinário, na verdade, representa pouco... vivemos  mesmo é das coisas corriqueiras, dos pequenos fatos e acontecimentos, do ordinário (aquilo que é de ordem, comum). É isso que faz o alicerce da existência, que lhe dá solidez e estatura.
 
No tempo Comum acontece o mesmo: entramos no cotidiano do Mistério e o Mistério entra no nosso cotidiano. O lugar desse encontro tem muitos nomes: Nazaré, Galileia, Palestina... É na historia de um povo pequeno, desprezado e conflituoso, que Deus se mistura e se manifesta. No mais comum daquilo que existe, o Mistério se dá a conhecer: “Não é ele o filho de José?” (Lc 4,22).
 
Celebrar o Tempo Comum, sobretudo na sua primeira parte, tem a ver com o reconhecimento dessa Luz que brilhou no interior das nossas vidas. Com um gosto continuado de Epifania, podemos dizer com o evangelista que a Luz veio para os seus... (cf. Jo 1,9-11). É exatamente aqui que reside o surpreendente, o especial deste tempo: onde esperávamos – entre nós -, aconteceu aquilo que mais desejávamos. Mas o paradoxo não para por aí: o Tempo Comum, em sua primeira parte, revela também a incapacidade de acolher e aceitar essa visita. A rejeição do Mistério, com feições tão próximas, nos prepara para o tempo da paixão, fazendo novamente coro com as palavras de João: “...mas os seus a rejeitaram” (Jo 1,11).
 
Este tempo nos leva a descobrir hoje o Mistério da presença de Deus na própria vida, transformando-a por dentro. Desafia-no a uma abertura maior para acolher a Luz que manifestou para nós, iluminando cada recanto empoeirado e obscuro da nossa vida. Nas celebrações da liturgia, nossos olhos se abrem para perceber que o Mistério se mistura ao comum da nossa existência.

Texto disponível na Agenda Paulus 2012.

12 de janeiro de 2012

Celebração da Missa do Dízimo.



Pe. Demétrio celebrou em nossa Paróquia, no dia 08 de janeiro, às 19h00min, a primeira celebração da Missa do Dízimo no ano de 2012. A noite da devolução do Dízimo foi celebrada com muita fé pelos paroquianos de Sertãozinho, que foram diante do altar do Senhor agradecer pelas maravilhas que o Senhor tem concedido em nossas vidas. Na celebração Eucarística, contamos com a participação de várias pessoas de nossa Cidade, até mesmo de outros Estado, que vieram se contagiar na alegria de nossa Paróquia pelo amor a devolução do nosso Dízimo.

A liturgia da Santa Missa nos convidou a meditar e assumir o convite da partilha, que se expressa no Dízimo e é o compromisso que cada cristão católico deve ter para com a sua comunidade e com Deus. Em Malaquias 3, 10 está que: “Trazei o dízimo integral para o tesouro a fim de que haja alimento em minha casa. Provai-me nisto – diz o Senhor Todo Poderoso – para ver se eu não abrirei as janelas do céu e não derramarei sobre vós bênção em abundância.......”.

Deus nos cha­ma a viver integralmente a partilha do Evangelho, que se expressa também pelo dízimo ofertado. O dízimo é, a um só tempo, sinal de nossa grati­dão a Deus, do nosso ser Igreja e da nossa participação comunitária. É do compromisso com o dízimo que a Igreja poderá viver e sustentar com dignidade sua missão pastoral, so­cial e evangelizadora.
Dízimo é força comunitária, é compromisso com a vida, é testemunho de fé que se traduz na partilha consciente e livre de pequena par­cela dos bens necessários ao nosso sustento

Confira as imagens da Celebração: